Primus

Primus
Mapa de Primus, Versão Beta 1.3, por Cesar Augusto

A Guerra de Secessão

Ano 2054. Primus estava dominada sob o controle de Grian. Vortigern, o Dominador, estendeu seu exército sobre todo o continente e o conquistou, sob a força do exército mais bem treinado e de táticas que revolucionaram o mundo. Depois de mais de meio século de combates, não haviam mais inimigos. Todos haviam se submetido a Grian, se aliado ao Império ou fugido. Mas nada dura para sempre, nem mesmo o Imperador. Vortigern morreu naturalmente aos 107 anos, depois da mais sucessiva campanha de guerra da história.

Vortigern, o Primeiro de seu nome, com 98 anos. Pintura em óleo
sobre tela do mestre Daerônn, Palácio Imperial de Grian

 No dia de sua morte, 17 de Abril de 2069, uma rebelião se alastrou pelas terras. Quando a coroa foi passada para seu sucessor, Tytheon Vortigern II, cujas habilidades eram questionadas por muitos, as terras que se sentiam oprimidas pelo conquistador se rebelaram. Especialmente a cidade fortaleza de Zatmenya, no seio das montanhas Titãs.

Gnarr Hakón, rei de Zatmenya antes dessa ter sido dominada pelo Império, rapidamente criou um golpe de estado e retomou o controle da cidade à antiga hierarquia. Depois, enviou tropas para Beren, Sulfuo, Gorón e todas as outras cidades ao seu redor, liberando-as do controle de Grian. Unificaram as suas forças sob a liderança de Zatmenya e o comando de Hakón. Surgiru uma potência capaz de rivalizar Grian, algo que nem a união dos elfos do norte, as cidadelas mercantes do deserto ou a república de anões tinham sonhado em conseguir. Todos que eram contra a dominação de Grian, contra a campanha de Vortigern ou desejavam sua liberdade de volta, se submeteram ou se aliaram a Zatmenya, aumentando-a em forças e em números. Zatmenya declarou guerra a Grian no mesmo dia em que renasceu.

Ivor Hakón, com sua armadura de couro de Titã, captura de imagem arcana em
peça de louça pelo mago Zarqön, museu de arte de Beren.

2234. Em quase duzentos anos de guerra, Grian perdeu quase metade do território que havia conquistado, Zatmenya teve uma grande sequência de vitórias e conquistas, seus diversos e variados soldados, o Xadrez Azul, como ficaram populares, provaram ter uma força verdadeira. Mas quando o fronte alcançou a metade do continente, a guerra chegou em uma trava. O Canyon dos Perdidos, o Rio Primordial, as Florestas do Norte e diversos outros acidentes geográficos no local deram suporte às defesas de Grian, e Zatmenya encontrou uma forte resistência. Começaram a ter baixas numerosas e sequencias de falhas em assaltos. Grian e seu Tapete Vermelho e Dourado de tropas fizeram  diversos contra-ataques, mas foram rechaçados com praticamente a mesma força. Por mais que algumas vitórias ainda acontecessem, nenhuma delas era o suficiente para retirar a guerra do seu impasse.

Nas últimas décadas, a guerra se tornou fria e sem movimento. O último grande combate entre os dois exércitos foi visto em 2287, na luta que ficou memorizada pelos cantos dos bardos como O Engaje Do Castelo Olho-Do-Lago, em que Zatmenya chegou a perder, cantam, dez mil soldados em sua empreitada falha. Com o tempo, para poupar perdas e gastos, os confrontos foram diminuindo até parar totalmente. Mas em nenhum momento foi-se declarado paz ou trégua, e por nenhum segundo Grian ou Zatmenya deixaram de treinar soldados ou forjar espadas.

General Sir Ian Kord e cavalaria, óleo sobre tela do mestre
Raphael Zias, museu de arte imperial de Tzör.


2365. Hoje. Fyonn Vortigern V é o Imperador de Grian e Ivor Hakón é Rei das Terras Unidas de Zatmenya, e ambos travam guerras entre si de um jeito que não se pode ver. Ainda assim, o comércio flui com liberdade pelas terras, enquanto que os nobres esbanjam de suas vidas. Para as pessoas dos círculos internos de ambos os lados, a guerra é algo passado e esquecido, se resumindo a engajes políticos e até financeiros. Mas aqueles que vivem na fronteira, que sofreram quando ondas de soldados lutaram nas ruas de suas cidades e campos, que perderam parentes e antepassados, que tiveram suas casas queimadas por armas de cerco e explosões arcanas, aqueles que viram o terror... Para eles, a guerra não acabou. O medo continua vivo.

Primus e suas terras - Parte Terceiro

Primus possui terras vastas, e algumas delas terminam por serem inexploradas, inóspitas, selvagens e até perigosas. Longe do Império, do Reino ou de qualquer civilização, dádivas naturais se erguem preciosas e secretas. O território primordiano é divido em nove províncias, as Terras Nobres, as Terras Altas, as Terras Baixas, as Florestas do Norte, as Florestas do Oeste, o Deserto dos Ossos, as Terras de Ninguém, o Canyon dos Perdidos e Everstorm.

As Terras de Ninguém são uma enorme península diretamente ao sul do continente, que se ergue num desfiladeiro enorme, dividindo o Oceano das Estrelas Caídas e o Oceano de Espadas, como uma adaga se erguendo das águas. Desde tempos arcaicos, toda a província foi tomada pela morte e pela doença, sendo abandonada por todos exceto monstros e demônios. Dizem que na antiguidade, a província era lar de uma organização de mágicos que vigiava sobre todos de Primus, policiando-os e procurando a paz. Porém, um dia dizem que um exército de demônios encontrou a sua passagem para Skard através de lá, e depois disso toda a vida no local morreu. Isso, é claro, é visto apenas como lendas para tolos, e é entendido que uma peste incurável assola a terra, impedindo a vida no local. Uma divisão do Rio Primordial e o Canyon dos Perdidos marcam as suas fronteiras ao norte.

A terra baldia

O Deserto dos Ossos é uma porção de terra ao sul de Primus, coberta totalmente por vastas dunas de areia branca e cinza, que assemelha pó de osso. O vasto terreno é tão inóspito que não há civilização em quase todo o seu território, as poucas cidades que sobrevivem nas dunas vivem à sombra da cadeia de montanhas que separa o deserto do resto do continente, dependentes das fontes da água continentais, especialmente o lago Hadarac. A maior das cidades desérticas é Xáblau, capital de Xláblablau, e é um ponto comercial de especiarias e raridades. As Montanhas Negras são uma cordilheira que marca a única fronteira da província, e o seu nome vêm da cor escura que têm por terem muito ferro em sua composição rochosa, e por tal é enorme o número de minas presentes na cordilheira. Especialistas dizem que as terras que compõe o deserto são na verdade um micro-continente que se juntou com Primus milhões de anos atrás.

Nômades, buscando refúgio do impassível deserto

No extremo noroeste de Primus, do outro lado das Titãs, se estende Everstorm. Talvez o território mais inóspito de todo o continente, Everstorm não passa de um grande deserto congelado, composto puramente de gelo e neve, com enormes cavernas, desfiladeiros, pequenas montanhas, vales e campos abertos, todos congelados e sob eterna tempestade. Dizem que interminável tempestade de neve vem de um furacão de puro gelo no seu centro, que faz com que tudo congele, convocado por divindades em guerra em tempos anciões; e que as Titãs são a única coisa que impedem que toda Primus seja congelada para sempre. É claro, ninguém nunca comprovou tal absurdo. Mas Everstorm é um território tão hostil que não há relatos de nada que consiga viver lá além de monstros do frio.

Formações rochosas chamadas de "Garras" frequentemente são encontradas por Everstorm.

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Primus e suas terras - Parte Segundo

Primus é um continente vasto, com diversas dádivas naturais, de florestas à desfiladeiros. Seu território é divido em nove províncias, as Terras Nobres, as Terras Altas, as Terras Baixas, as Florestas do Norte, as Florestas do Oeste, o Deserto dos Ossos, as Terras de Ninguém, o Canyon dos Perdidos e Everstorm. O continente não tem ligações de terra com nenhum outro, mas Dagorcain é o vizinho mais próximo, ao oeste, e os dois são separados pela Fir-Draik um arquipélago no Oceano Carmim, que é de certa forma um território conjunto dos dois continentes.

A Floresta do Norte, chamada também pelos elfos que residem nelas de Du'Weldemyna, ou, numa tradução livre "A Antiga Floresta de Esmeralda". Ela é situada no extremo nordeste de Primus, e é composta por antigas e enormes árvores da família dos pinheiros. É bem frio no local, mas as árvores enormes cobrem quase que totalmente o céu, impedindo a neve de cobrir o chão, de forma que a floresta é sempre verde e vívida. Em Du'Weldemyna, existem diversas cidade-estados élficas, populadas principalmente pelas raças feéricas. Elas são independentes, mas a grande maioria compõe uma Confederação, sobre o nome de Du'Musnisyl, e algumas, especialmente as mais do sul, tem ligações com o Império. Na floresta se destacam Du'Er Fell, a montanha solitária, os Dedos, um conjunto de penínsulas escarpadas no norte do continente, a baía Svin'i, famoso ponto portuário e comercial, e o mar Gaerôl.

Uma ilustração da Floresta do Norte, por um dos Arautos.

O Canyon dos Perdidos é uma grande fenda na terra, composta por desfiladeiros de até três mil metros, que dizem terem sido escavado durante milhões de anos pelo braço oriental do Rio Primordial, até alcançar a rocha mais dura, que compõe o fundo do desfiladeiro, formando a enorme cachoeira Abadul Shulkîn. Lendas anãs, porém, dizem que a fenda se formou quando o deus Moradin dividiu a terra com os seus braços para alcançar um pedaço de sua armadura que caiu num buraco profundo durante um combate. O canyon é um lugar inóspito e perigoso, onde deslizamentos são frequentes e o Rio Primordial corre com força monstruosa. Ainda assim, é o berço da maioria das civilizações anãs em Primus, especialmente a cidade Gathol-Ubâd, a fortaleza montanha.

Um observador solitário observa o Canyon dos Perdidos de um de seus ápices.

As Florestas do Oeste, por sua vez, são muito menores que a sua irmã do norte, e é mais integrada com o mundo ao seu redor, tendo uma maior predominância de outras raças além das feéricas e mais interação com outros povos. Uma famosa e enorme árvore se ergue no centro da floresta, e ela é conhecida como simplesmente como Tuliss. Dizem que a enorme árvore, com massivos 35m de largura no seu tronco, é a fonte de vida de todo o local. A floresta também é chamada de Du'Weldencilry pelos elfos, apesar desse nome estar quase que restrito à antigos registros. Algumas cidades da floresta, especialmente as mais antigas e tradicionais, também pertencem à Du'Musnisyl.

Tuliss



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O Buraco

O Buraco é chamado assim por ser uma área de terras desconhecidas, no nordeste das Terras Altas. Ele é, literalmente, um buraco no mapa de qualquer aventureiro. Todos os que tentaram explora-lo nunca voltaram para contar a história.


Antigos registros relatam que aquelas terras eram compostas por campos verdes, vales rochosos e grandes bosques, com rios e lagos vívidos. Nela se assentavam a cidadela élfica de Evergreen, a cidade imperial de Aeraque e a vila de mesmo nome, além de um grande bosque chamado Donecrisus, no centro.
Porém, no último século, deixou-se de ouvir qualquer notícia da província, os mercadores deixarem de vir e todos os que viajavam para lá nunca retornaram. Assim, com o tempo, os detalhes foram se perdendo e sumiram das mentes das pessoas. O Império Grian respondeu enviando um exército para retomar Aeraque do mal que supostamente se pôs sobre ela. Tal evento ficou conhecido como a Guerra de Bronze.

Bibliotecas feéricas dizem que a Guerra de Bronze foi uma guerra de Grian contra um dragão negro e seus seguidores, que atacaram a cidade de Aeraque. O renomado alto general Siegfrield Drotning era o comandante das forças imperiais, mas depois de dois meses, apenas o segundo no comando, o agora alto general Sir Ian Kord retornou, com menos de cem outros homens em terrível estado. Detalhes de porque ele teria retornado ou do que os atacou durante a volta nunca foram revelados.

Interpretação artística do retorno de Sir Ian Kord e seus homens.


Ouvindo relatos sobre um aventureiro que diz ter retornado recentemente do Buraco, os Arautos foram investigar. Ele foi encontrado na vila Ipsum, a mais próxima da área delimitada do Buraco, sob o nome de Oliver Havside. O velho anão exclamava sobre mortos o atacando durante a noite, e uivos constantes durante todo o dia. Ele descrevia o local como um enorme terreno baldio sem vida alguma. O rio Hematita, que disse ter sido o mais longe que ousou ir, era totalmente negro e pútrido. Depois ele exclamou sobre fadas que lhe roubavam os dentes, e sobre um gnomo que saia do bolso dele e lhe fazia companhia na sua barraca, com o qual discuria sobre a vida, o universo e tudo o mais. Obviamente, ele está completamente louco.



O Buraco, então, continua sendo um local de extremo perigo, e ainda é um mistério a todos o que aconteceu, e os Arautos recomendam a todos os aventureiros que se mantenham afastados de tal área.

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Primus e suas terras - Parte Primeiro

Primus é um enorme continente, com quase 7500km de leste a oeste e 6700km de norte a sul. Seu território é divido em nove províncias, as Terras Nobres, as Terras Altas, as Terras Baixas, as Florestas do Norte, as Florestas do Oeste, o Deserto dos Ossos, as Terras de Ninguém, o Canyon dos Perdidos e Everstorm. À sudoeste de Primus se estende o Oceano das Estrelas Caídas, ao leste, o Oceano de Espadas, ao norte o Oceano Milenar, ao nordeste o Oceano Glacial e ao oeste o Oceano Carmim.

As Terras Nobres são a maior província de Primus, e é o berço do Império Grian, sendo totalmente controlado pelo mesmo. Ele faz fronteira com quase todas as outras províncias, exceto Everstorm e as Terras Baixas, e é um território composto por várias pradarias e campos abertos. No seu norte estão os Três Magos, uma tríade de montanhas, e a oeste a península de Magelle, famosa por ser um grande porto comercial e o único em contato com Dagorcain. A capital de Grian, Solidarum, está um pouco ao sul dos Três Magos, sobre o rio Duinngûl que desce das montanhas. À leste, o seu território termina no Rio Primordial, que corta o continente de norte a sul.

Uma ilustração de parte da capital Solidarum, sobre o rio Duinngûl.

As Terras Altas são a segunda em tamanho, e são compostas por terrenos irregulares e planaltos, de tal o seu nome. O seu território é dominado majoritariamente pelo Reino de Zatmenya, mas o Império tem algum controle no extremo oeste. Nas Terras Altas se encontram a magnífica cadeia montanhosa conhecida como as Titãs, as maiores montanhas do mundo, e na maior delas, Atos, com estupendos 18 mil metros de altura, se encontra ancorada Martinum, a capital do Reino. Os outros picos são Céos, Éos, Théia e Asteria. O conjunto de planaltos chamado de Os Degraus se encontra no centro da província, e à oeste desse, o Buraco. Ao sul, o grande lago Olho de Cristal, formado pelo braço ocidental do rio Semper Frígidus.

Uma idealização incorreta da montanha Atos, já que mesmo as mais altas nuvens deixam de se formar muito abaixo do seu pico

As Terras Baixas, também chamadas de terras alagadas, seguem em área e possuem um grande número de rios, a maioria ramificações do rio Semper Frígidus, que desce das Titãs, e desembocam em um enorme delta no sul, que se alaga quase o bastante para formar um grande baía em certas épocas do ano. A porção norte do seu território é parte do Reino de Zatmenya, mas a maioria é terreno livre, formado por pequenas vilas e cidades-estado. Mas as cidades e vilas das Terras Baixas são pequenas e pobres, e isso faz dessa província a mais pobre do continente, com exceção das Terras de Ninguém e de Everstorm. Alguns dizem que as cidades são tão pobres que dariam prejuízo ao Reino se as anexasse ao seu território. Ao sul, a terra se fragmenta em várias ilhas, sendo a maior delas a Ilha de Lorem, e todas são banhadas pelo Oceano de Espadas.

Ramificações do rio Semper Frígidus, que depois foram o famoso delta das Terras Alagadas

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Os Arautos de Primus - II

Os Arautos de Primus são um grupo de viajantes, que andam pelo continente inteiro, colhendo histórias e os últimos acontecimentos e depois os narram por onde andam, assim espalhando as novidades mundo a fora. Esses são os seus relatos até o dia 20 de Agosto do ano de 2365:

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Em uma inesperada reviravolta de eventos, a cidade de Straton localizada no centro de Primus sofre um ataque direto e massivo das forças do Reino de Zatmenya, vindos da cidade vizinha de Illían, e é tomada e conquistada em menos de três dias. Straton já sofria de rebeliões internas contra o governo local e há relatos de que ocorreu um golpe de estado logo antes do ataque do exército.
A cidade está sob corte marcial, enquanto um governo provisório é montado para comandar a cidade, sob o nome da capitã Ingrid, que comandou as tropas em campo durante o curto combate. Não se sabe o estado dos cidadãos da cidade, mas especula-se que estão bem. Porém a entrada e a saída de pessoal não autorizado está atualmente proibida na cidade, com todos os portões das muralhas externas fechados.
Especialistas dizem que um contra ataque do Império Grian deve vir nos dias a se seguir. Muitos temem pelo o que pode ocorrer à cidade e aos habitantes de Straton.

Retrato do ataque de Straton, feita por um dos Arautos baseado nas informações que ouviu.

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Em Sabre, no extremo oeste das Terras Altas, a cidadela foi atacada pelo que se diz ser um exército de terríveis orcs. A cidadela é comumente um ponto de encontro para que grandes comerciantes possam estabelecer negociações em um lugar neutro, na presença de um mediador, o senhor da cidadela, Virthurion VI. Uma infinidade de tendas se assentaram ao redor das muralhas da cidadela, formando a cidade de Sabre em si, um grande foco comercial, livre de política. Porém, durante a noite do dia 19 desse mês de Agosto, uma explosão demoliu parte das muralhas e dos portões da cidadela, seguido de uma grande cortina de fumaça e o som do exército invasor em marcha. As pessoas correram desesperadas, fugindo atropelando as tendas e tudo o mais em seu caminho, no pânico.

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A cidade de Beren, situada acostada à cadeia de montanhas Titãs, vizinha à capital de Zatmenya, está dando alta prioridade à procura e apreensão de criminosos que fugiram da praça comercial na semana passada, depois de terem cometido uma série de assaltos à diversas lojas e furtado diversos artefatos mágicos, entre armaduras e espadas. Em sua fuga, eles não hesitaram em matar diversos dos guardas locais e dos soldados que os perseguiram. Os civis comentam que eles atacaram de repente a cidade, e alguns afirmam que os infratores chegaram a conjugar demônios de fogo do chão, atacando os soldados. Atualmente, foi enviado uma equipe para a floresta carmim em busca deles, mas estes ainda não retornaram.

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Na ilha de Lorem, a maior das Ilhas das Lâminas, ao sul das Terras Baixas, todos se preparam para a festa do Olho da Lua, celebrada todo mês, e que toma a cidade em festejos por três dias inteiros. O festival nasceu como um ritual para a deusa Melora, por proteger a ilha da fúria do Oceano de Espadas por mais um mês, e acontece toda vez que a lua atinge a sua plenitude. Os cidadãos se reúnem no centro da vila e erguem velas em nome da divindade, cantando rezas e pedidos de boa fortuna.


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Essas são as notícias até então. Mais por vir.

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